So is this for make some sense? Let’s make sense. I still care. Every single day or every single night, I’m caring myself to tell you the exactly same words that pass thru my mind. Why? Maybe I got you an atom. Some little peace that decomposed and turn into a felling that I can’t forget. It’s a part of me, a body part, who makes me scarfs. You’re so mean, girl… Mean, mean, mean, mean, mean, mean, mine, me.
Sabe aquela sensação de fragilidade, que feito um toque você desmancha… Se eu me despedaçar, não sei do que as partículas iram se formar. E se meus restos originarão algo de útil? É só o que eu peço. Vendo essas inspirações, esse modo inusitado de abalar a multidão, eu posso sentir o quão intenso isso é, pois eu sou a receptora. Eu recebo toda essa motivação, eu me permito, por um tempo ou uma tarde inteira. Não se trata de nada além do nada que me vejo agora. Será a falta de dinheiro? Recurso? A crise econômica mundial? A desvalorização do real? O que há de errado comigo, afinal, que me segura, me prende? Eu não gosto dessa tristeza, eu a chuto para longe de mim mas ela volta. É essa tristeza inevitável, o desgosto de ser quem sou, a pretensão atrás de cada atitude. A suposição invadindo cada momento meu, só meu, que se torna de todos esses personagens. A luz bate no meu quarto e eu luto para que permaneça, mas é como lutar contra essa tristeza, em vão. Porque o sol vai embora e deixa comigo as lembranças de um tempo que nem vivi. A saudade de alguém que não sou. E eu me pergunto, para quem estiver a ouvir, o que você pode fazer por mim? O que eu não faço por mim mesma. /S?2